Diário de uma Viagem aos Açores

1º Dia – Saída do aeroporto da Portela rumo à Ilha Terceira, mais concretamente, Angra do Heroísmo. Inicio do passeio “Fregue­sias Terceirenses”. Passeio pela Praia da Vitória. Subida à Serra do Cume (545 metros sobre o nível do mar). Passeio pela costa este com lindos panoramas de vinhedos que estão murados por pedras vulcânicas. Chegada ao hotel. Visita à Quinta do Martelo e jantar típico com animação de cantares tradicionais terceiren­ses.

2º Dia – Visita a pé na Cidade Angra do Heroísmo (património da UNESCO), conhecendo o Alto da Memória, os Jardins do Parque Duque da Terceira, Palácio dos Capitães Generais, Câmara Muni­cipal, Sé Catedral, Pátio da Alfandega e Câmara Municipal. Pas­seio pela zona interior da ilha na costa oeste. Voo até à ilha da Horta.

3º Dia – Travessia marítima com destino à Ilha do Pico. De tarde, subida ao planalto central da ilha, a cerca de 900 metros de la­titude sobre o nível do mar, podendo avistar a Ilha de São Jorge. Condução ao Cais da Madalena para travessia de regresso à Ilha do Faial.

4º Dia – Manhã dedicada para a visita a pé da Cidade da Horta. Visita ao Miradouro da Espalamaca, de onde podemos avistar a Cidade da Horta, Ilha do Pico e Ilha de S. Jorge, em baixo e junto ao mar a Praia do Almoxarife e mais à frente a povoação dos Fla­mengos. No centro da ilha a grande Caldeira. Ida para o aeroporto da Horta, com destino a São Miguel.

5º Dia – Diversos passeios, mas este dia teve como ponto alto o famoso Cozido das Furnas.

6º Dia – Agradável viagem no “TGV de Ponta Delgada” a Lagarta. Tarde livre para compras ou outras actividades a gosto pessoal.

7º Dia – De manhã, passeio à Lagoa das Sete Cidades!

De tarde foi a vez de conhecermos as tradicionais Estufas de Ana­nases com prova do respectivo licor.

8º Dia – Regresso a Lisboa.

A História dos Açores conta quase 600 anos de presença humana continuada nas suas 9 ilhas, em pleno Oceano Atlântico, que são a fronteira mais ocidental da terra europeia. Há quem afirme que estas ilhas faziam parte da misteriosa Atlântida. Certamente que nunca ouviu falar de um sítio onde há lagoas azuis e verdes, lenda de lágrimas de um príncipe de olhos verdes e de uma princesa de olhos azuis que muito choraram por não poder casar. Também só nos Açores pode comer um prato tradicional cozido em panelas de ferro nos vapores quentes das águas minerais que brotam do solo. No fundo do mar escondem-se tesouros de fauna e de flo­ra e, quem sabe, tesouros de outra estirpe, pois por aqui se cru­zavam as rotas das antigas naus que faziam o comércio entre o Novo e o Velho Mundo.